Do Col du Pillon quase que dava um salto ao Glacier 3000

Carousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel image

À semelhança do que acontece no BTT, os trilhos de raquetes e/ou caminhadas também estão classificados em fáceis, médios e difíceis. Ora como não podia deixar de ser, resolvi que estava na hora de experimentar um trilho difícil (acima de uma caminhada com raquetes, para mim já é experiência suficiente, eheheh…). A escolha recaiu sobre um percurso para os lados do “Col du Pillon”, percurso Nº03 e que se situa muito perto da famosa estância de ski “Les Diablerets”.

O problema destas deslocações é que demoramos em cada viagem de comboio cerca de 2h00, daí que tudo tem de ser milimetricamente cronometrado de forma a chegarmos a casa em horários aceitáveis.

Eram 10h30 da manhã quando iniciei o meu périplo, tendo arrancado do “Col du Pillon” (1’550 mts). Tratando-se de um trilho circular, passadas 4h00 já me encontrava de regresso ao ponto de partida.

Foi um dia inesquecível, quer pelas paisagens, quer pelo sol que me acompanhou ao longo de todo o dia.

Realmente quem classificou esse trilho de difícil não se enganou porque em muitas ocasiões estive para deitar os b.f.s de fora, tal era o grau de inclinação das escarpas que tive de superar. Mas como sou fã de São Tomé, tive de ver para crer, pronto agora já sei que difícil means difícil 😊.

No total foram cerca de 8 kms sendo a altitude mínima de 1’300 mts e a máxima de 1’690 mts.

Chegado ao “Lac de Retaud” e estando este congelado, resolvi não arriscar caminhar em cima dele, uma vez que não sei nadar e por vezes as “shit happens” e sei de antemão que a “senhora da catana” anda desde que nasci, mortinha (nem de propósito) por me deitar a mão.

Foi também junto ao lago que pude ver o aspeto de uma avalanche, neste caso quatro e acreditem que não gostava de estar perto quando aquilo aconteceu (as fotos falam por si), tal é o poder da neve.

Dentro de 2 a 3 meses (logo que a zona esteja limpa de neve) irei novamente visitar “Les Diablerets” isto porque descobri via Google Earth que existe um trilho pedestre que liga “Cabane” (2’525 mts), 1ª zona de paragem do teleférico a “Scex Rouge” (2’925 mts) zona final de paragem do teleférico e daí irei até “La Quille du Diable”.

Daqui até lá, tentarei encontrar outros locais de “brincadeira” a pé ou de bicla.


Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira

Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…

Podem visualizar esta crónica com os respetivos comentários às fotos no FORUM BTT. Ler o post (resposta) #344.