Belzebu também retemperou energias na Pierre de la Paix

Carousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel image

Na Vulgata lê-se o seguinte: "Hic sapientia est. Qui habet intellectum, computet numerum bestiae. Numerus enfim hominis est, et numerus eius est sescenti sexaginta sex'.", que traduzido para português daria qualquer coisa como: "E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender , senão aqueles que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é número de homem; e seu número é seiscentos e sessenta e seis."; mas no livro do apocalipse a história já é outra: "E da boca do dragão, e da boca da Besta, e da boca do falso profeta vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs, porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo para os congregar para a batalha, naquele grande Dia do Deus Todo-Poderoso" (Apocalipse 16:13-14).

Aposto que neste momento estaram Vossemecês a congeminar “Este gajo passou-se! Mas que merda é esta! Vem um tipo aqui tentar passar um bom bocado e surge-nos esta aberração da natureza! Oh amigo, quer pregar (não confundir com a haste de metal com cabeça e ponta aguçada), vá para o deserto ou pregue aos peixes! Chiça!”

Poderia como diz a publicidade “Poder, podia! Mas não era a mesma coisa...”, tentar explicar-vos o porquê deste início, mas prefiro deixar-vos magicar sobre o paralelismo pretendido enquanto deambulam pela crónica 😊.

Com já constataram, levo um atraso de cerca de 5 meses sobre a “mise à jour” das crónicas mas como dias de inverno se avizinham, tentarei recuperar esse atraso “dans les meilleurs délais”.

Faço um “mea culpa” pois compreendo o quão “exaspérant” deve ser para um utilisador (a), clicar neste tópico e a “shit stays the same” (aqui entre nós que ninguém nos ouve, sei de alguém que não vai achar muita piada ao que acabei de escrever, mas como dizem os “gringos” simpaticamente falando “who gives a damn”).

Posto isto, para esta aventura voltei a convidar o meu companheiro Luís, que como sempre anuiu e combinamos dar um salto para os lados de “Yverdon-les-Bains” (430 mts) e daí tentar alcançar o “Chasseron” (1’607 mts). Já lá tinha estado (como o tempo voa), pelo que esta volta foi mais um reviver de sensações.

Por norma, aqui nas Terras Helvéticas e também para não maçar visualmente quem segue este tópico, tento não repetir voltas, isto embora em minha opinião repetir uma volta é como fazer amor, há sempre novas descobertas, novas sensações, novos ângulos, novas experiências e por vezes descobrimos coisas que sempre lá estiveram e que por um qualquer motivo, nos passaram ao lado. Sem querer ser redudante, a vida, o amor e neste caso o BTT tem destas coisas 😊.

Quando atigimos o objetivo e como não podia deixar de ser, uma tentiva de “alapanso” na famosa “Pierre de la Paix” foi efetuada e foi aí, nesse preciso momento que se deu o “déclic” para esta crónica. “À vous de juger!”.

No final esta volta saldou-se em cerca de 47 kms e +/- 1’200 mts de acumulado de subida.

Parafraseando Jonathan Swift "Quando o Diabo está satisfeito, é boa pessoa." e acredito que no caso em apreço a energia absorvida deva ter-lhe refreado os ânimos por uns tempos.


Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira

Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…

Podem visualizar esta crónica com os respetivos comentários às fotos no FORUM BTT. Ler o post (resposta) #484.