Ir a Verbier tornou-se quase uma peregrinação

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Mais um ano, mais uma ida a Verbier. Desta vez na companhia dos meus dois companheiros de voltas.

Em 2013 vim sozinho, em 2014 vim com o Luís e agora em 2015 regressei com os meus dois amigos.

Acreditem que esta será a última vez que vos bombardeio com fotos do local. O problema destas repetições é que a cada visita acabamos por efetuar alguns novos trilhos isto para fugir da rotina.

Quem conhece “Verbier” ou “Les Portes du Soleil” sabe que estes locais obrigam a pelo menos uma peregrinação anual 😊.

Bem sei que passaram quase 6 meses desde a última crónica, mas digamos que a vontade de escrever o quer que seja andava muito em baixo, pois como dizia o poeta “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades” e hoje em dia somente a malta “caroleira” ou “estúpida” como eu que gosta de partilhar, acaba por ser mais forte que toda a vontade existente no mundo em deitar abaixo a nossa vontade.

Claro que muitos dos users devem estar a pensar neste momento “Oh amigo! Se queres escrever, escreves, se não queres, não venhas para aqui fo... a moina à gente, pois a malta quer é ver fotos; não importa ou interessa se são boas ou más, ou mesmo uma grande merda, o que nós queremos é curtir!”.

Bem sei que nem toda a gente pensa assim e ainda bem que assim é, mas por vezes choca-me algum tipo de comentários, como os que abaixo reproduzo.

“Olha Alex, fotografias de neve, a malta já está um bocado farta, é sempre a mesma coisa, a neve vai continuar a ser branca e as árvores vão ser sempre verdes, não arranjas nada melhor para picar o pessoal!”.

“Alexandre, as tuas fotos acabam por maçar um pouco, é sempre a mesma merda, montes e calhaus, erva sempre verde, cá para mim são sempre as mesmas fotos de ângulos diferentes!”

Claro que muitos users devem estar a pensar neste momento “Alex, acredito que devas ser um tipo muito porreiro, aliás a forma como escreves assim o deixa supor, mas aposto também que muito ingénuo, caga na cena, nas opiniões dessa malta, aliás a história mostra-nos que em muitos poucos casos as opiniões das minorias raramente suplantaram as da maioria, “donc, arrête tes conneries et fait ce que tu as à faire, c’est à dire, comme dit NIKE, “JUST DO IT”, en l’occurrence “write it”! ”.

Como referi atrás, a vontade de escrever ao longo deste ano foi muito pouca, daí estes intervalos entre crónicas, mas por vezes basta uma pequena coisa para despertarmos, para que saiamos desta letargia em que nos encontramos ou em que nos querem meter. No meu caso, bastou-me na semana passada ter efetuado uma volta a solo para renascer de novo e voltar a sentir a “pica” de escrever e partilhar convosco estas paisagens maravilhosas e emoções.

Como dizia Confúcio “ Somente os extremamente sábios e os extremamente estúpidos é que não mudam” e já que nos aproximámos do Natal, alembrei-me de presenteá-los com estas maravilhosas fotografias, de forma a dar-vos alento para o próximo ano. Desejo que as mesmas vos façam sorrir e criem em vós a vontade de querer ir sempre mais além nas vossas voltas e nas vossas vidas.

Esta volta saldou-se em cerca de 60 kms e +/- 3’500 mts de desnível negativo 😊,pois descemos por diversas vezes os trilhos, já que tínhamos comprado uma “carte journalière” para o teleférico.

Como não podia deixar de ser, tivemos duas quedas, uma com a minha pessoa em que efetuei um rolamento engrupado à frente 😊 (ver uma das fotos, não se deixem enganar, não estava a mictar) e outra na pessoa do meu companheiro Angel (este pensou que pelo facto de ter o nome que tem, podia voar, mas faltaram-lhe as asas 😊).

Embora aparatosas, ambas as quedas foram sem gravidade e prepararam-nos para as próximas que vieram a acontecer umas semanas “later”, mas disto vos falarei numa próxima crónica.


Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira

Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…

Podem visualizar esta crónica com os respetivos comentários às fotos no FORUM BTT. Ler o post (resposta) #573.