Afinal não resisti, a última do ano foi hoje mesmo

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Um tipo quando está durante uma semana sem fazer nada (não estou habituado 😊), começa a subir paredes, vai daí mete-se na cabeça que antes do ano terminar ainda tem tempo para dar uma última, sim seus depravados, uma última volta.

Como sabem, na Suiça fazer BTT acima dos 1’000 mts a partir de novembro e até finais de abril é muito complicado por causa da neve. Das duas uma, ou um tipo compra uma bicla de estrada para manter a forma ou uns rolos para treinar em casa, mas nos dois casos não é a minha praia. Que fico claro, não tenho nada contra quem faz bicicleta de estrada, aliás todos os meus companheiros possuem e praticam e estão fartos de me seduzirem, mas eu fujo disso que nem o Diabo da água benta 😊.

Como todos os anos vejo-me obrigado a arrumar a bicla por uns tempos e dedico-me às caminhadas na neve com raquetes, mas este ano resolvi que tinha de mudar, que tinha de fazer mais BTT, pelo que hoje fui testar o percurso 3 criado para manter a forma durante esse período e acreditem que bela descoberta.

Claro está que nada me garante que com o avançar do inverno este trilho assim como os dois outros estarão sempre cicláveis, a neve não perdoa 😊, a ver vamos.

Assim sendo, tenho 3 trilhos para treino invernal.

Trilho 1: 60 kms - Acumulado positivo: 1’210 mts - Alt.Mínima: 387 mts – Alt.Máxima: 688 mts

Trilho 2: 49 kms – Acumulado positivo: 1’000 mts – Alt.Mínima: 387 mts – Alt.Máxima: 718 mts

Trilho 3: 46 kms – Acumulado positivo: 623 mts – Alt.Mínima: 352 mts – Alt.Máxima: 648 mts

Este será o meu último escrito do ano, pelo que em vésperas de entrar no próximo ano, desejo a todos os “users” deste espaço muita saúde pois sem ela muito raramente serão felizes ou como diria Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'.

“A Saúde é Essencial à Felicidade

Para saber o quanto a nossa felicidade depende da jovialidade do ânimo e este do estado de saúde, é preciso comparar a impressão que as mesmas situações ou eventos exteriores provocam em nós nos dias de saúde e vigor com aquela produzida por eles quando a doença nos deixa aborrecidos e angustiados. O que nos torna felizes ou infelizes não é o que as coisas são objetiva e realmente, mas o que são para nós, na nossa conceição. É o que anuncia Epicteto: O que comove os homens não são as coisas, mas a opinião sobre elas. Em geral, 9/10 da nossa felicidade repousam exclusivamente sobre a saúde. Com esta, tudo se torna fonte de deleite. Pelo contrário, sem ela, nenhum bem exterior é fruível, seja ele qual for, e mesmo os bens subjetivos restantes, os atributos do espírito, do coração, do temperamento, tornam-se indisponíveis e atrofiados pela doença. Sendo assim, não é sem fundamento o facto de as pessoas se perguntarem umas às outras, antes de qualquer coisa, pelo estado de saúde e desejarem mutuamente o bem-estar. Pois realmente a saúde é, de longe, o elemento principal para a felicidade humana. Por conta disso, resulta que a maior de todas as tolices é sacrificá-la, seja pelo que for: ganho, promoção, erudição, fama, sem falar da volúpia e dos gozos fugazes. Na verdade, deve-se pospor tudo à saúde.


Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira

Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…

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