Doze anos passados, este Bravo voltou a pisar a Serra da Estrela

Carousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel imageCarousel image

No não muito próximo ano de 2007, efetuei em companhia de um ex-Bravo de seu nome Viegas, a minha primeira incursão por terras da Serra da Estrela.

Na altura qual GPS, isso era coisa de que se ouvia falar mas cujo investimento era insuportável para o comum dos mortais; nessa altura o Google Earth estava a dar os primeiros passos em Portugal, pelo que a técnica encontrada aqui pelo “Je” era fazer pequenos “prints” do trilho que ia numerando e ordenando com as informações que julgava mais pertinentes (altimetria, se era subir ou a descer, pontos a visitar, etc…).

À medida que ia rolando ia desbobinando à semelhança de um filme esse conjunto de impressões, o que não evitava que por vezes a malta se engana-se 😊.

Isto tudo para vos dizer que nessa altura não conseguimos acabar a volta agendada isto porque a bicla do meu companheiro de armas não aguentou as agruras do terreno, tendo quebrado mais de 6 raios. Como um azar nunca vem só, sem sabermos como, acabamos por ir parar ao Ski Parque da aldeia de Sameiro em Manteigas (mais informações em www.skiparque.pt), donde fomos rebocados.

No passado dia 24 de julho estando em Portugal efetuei a repetição desta volta em companhia do grande amigo Pereira (responsável da logística) e mais dois novos Bravos (sim é verdade, são agora membros de pleno direito, pois atravessaram com estoicidade as agruras a que fomos confrontados na fase final da volta). Em verdade vos digo 😊, não é qualquer um que depois de andar grande parte do dia sob temperaturas superiores por vezes a 37°C ainda têm paciência para subir sem pestanejar nem reclamar, cerca de 400 mts de desnível em menos de 4 kms.

Parabéns Adilson e Marcelo!

Dados da volta

- Altitude máxima – 1’993 mts

- Altitude mínima – 469 mts

- Total de kms – 57,51 kms

- Acumulado de descida – 2’720 mts

- Acumulado de subida – 1’237 mts (em menos de 35 kms 😊)

A volta inicia na Torre a 1’993 mts e termina na freguesia de Canhoso a 469 mts, mais precisamente no Tomás Guest House onde ficamos hospedados e que dista cerca de 10 min do centro da Covilhã. Os quartos foram todos remodelados e assemelham-se agora a um Ibis, já agora e para que conste, o dono não me pagou para fazer qualquer tipo de publicidade 😊.

Acabo esta crónica com uma tirada do Voltaire, que resume o meu estado de espírito após a realização esta volta “O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos seus amigos” 😊.

Desde 2009, altura da criação do site BDP que o track desta volta se encontra online. Trata-se da volta 026, para quem desejar copiar, mas não me amaldiçoem a seguir 😊.


Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira

Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…

Podem visualizar esta crónica com os respetivos comentários às fotos no FORUM BTT. Ler o post (resposta) #884 e 885.