Após quatro anos regressei ao Alto de Morgair

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Tendo efetuado uma visita relâmpago às Terras Lusas na semana passada e porque a meteorologia assim o permitiu, aproveitei para rolar com os amigos Pereira e Adilson.

Como sempre o Pereira desenhou um track à altura e que faz jus a este muy restrito grupo 😊.

A última vez que por essas bandas andei, foi em julho 2016.

Tratou-se da minha primeira volta do ano 2020 uma vez que tive durante quase um mês a bicla parada para manutenção da suspensão e no restante período, o tempo não ajudou (neve e chuva).

Como devem calcular a minha forma deixava a desejar, e, como não podia deixar de ser, “estive para morrer” 😊 logo nos primeiros kms da volta quando em apenas 4 kms, subimos quase 400 mts.

Excetuando essa paragem forçada, nada mais a assinalar.

Como constatam pelas fotos, o dia esteve espetacular, embora bastante frio abaixo dos 300 mts (1°C), tive mesmo de pedir ao amigo Pereira um “tapa orelhas” e “protege rosto”😊.

A volta arrancou junto à Igreja de Castelões a 247 mts e o objetivo era atingir o Alto de Morgair a 893 mts, passando pelas seguintes aldeias: Espinha, Agrela, Soutelo, Casal de Estime, Luílhas, Gontim, Calvelos, Carreira, Vilarinho de Cima, Aldeia.

Como não podia deixar de ser, toda a volta que se preze inclui, sempre, um almoço digno de registo, acompanhado de “líquidos” a condizer 😊. E esta volta não foi exceção! O feliz contemplado, como não podia deixar de ser, na zona em concreto, foi a “Casa de Pasto O Luís”, em Castelões.

Dados da volta

- Altitude máxima – 893 mts

- Altitude mínima – 175 mts

- N°total de Kms – 37 kms

- Acumulado de subida – 1’400 mts

Acabo esta crónica com uma tirada do Miguel Esteves Cardoso que transcreve o meu estado de espírito neste momento e que diz o seguinte “Quanto mais precisas para viver, mais tens de trabalhar e menos tempo tens para ti. O maior dos luxos é o tempo. O tempo é o meu maior património”.

Pois bem meus amigos (as), neste momento, tempo é o que não me falta e quem me conhece sabe que 3 a 4 vezes por ano regresso a Portugal.

Não me posso queixar, a vida em todos os aspetos (saúde, familiar, amizade, laboral, monetário, etc…), tem-me tratado bem nesta última década.

Poderia passar os meus tempos livres em qualquer parte do mundo, mas não sei por que carga-d’água acabo sempre por regressar a Portugal. Talvez, porque em parte alguma do mundo (já visitei uns quantos 😊) consigo encontrar ou vivenciar o que esta Terra que um dia me viu nascer, me consegue dar ou transmitir.

Obrigado Portugal, estás sempre gravado no meu coração!

Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira

Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…

Podem visualizar esta crónica com os respetivos comentários às fotos no FORUM BTT. Ler o post (resposta) #927 e 928.